Fotos registram o que ocorreu anos depois do desastre nuclear de Fukushima

Fotos registram o que ocorreu anos depois do desastre nuclear de Fukushima

O fotógrafo polonês Arkadiusz Podniesinski foi até o local do desastre nuclear de Fukushima para registrar o que aconteceu com o local depois alguns anos.

Anteriormente, ele havia fotografado a região onde ocorreu o desastre de Chernobyl, em 1986.

“Não são terremotos ou tsunamis que são os culpados pelo desastre na central nuclear de Fukushima Daiichi, mas os seres humanos”, escreve Podniesinski em seu site.

Ele realizou o projeto para que ele pudesse tirar suas próprias conclusões, sem ser influenciado por qualquer sensação na mídia, propaganda do governo, ou lobistas nucleares que estão tentando jogar para baixo os efeitos do desastre, e passar a informação obtida como mais amplo público que possível.

As imagens mostram locais abandonados, cheios de grama, com carros parados, computadores, televisores, um vasto campo coberto de lixo tóxico e retrata os efeitos gerais, com a seguinte frase na última foto da galeria: “Energia nuclear é a energia do futuro.”

Confira.

Fotos após o desastre nuclear de Fukushima
Fukushima (2)

Fukushima (3)
Fukushima (4)
Fukushima (5)
Fukushima (6)
Fukushima (7)
Fukushima (8)
Fukushima (9)
Fukushima (10)
Fukushima (11)
Fukushima (12)
Fukushima (13)
Fukushima (14)
Fukushima (15)
Fukushima (16)
Fukushima (17)
Fukushima (18)
Fukushima (19)

“Energia nuclear é a energia do futuro.”

Fukushima (20)

 

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  • Chloe

    Cara. O que falar.
    Existe tantos jeitos de se ter energia. Por que as pessoas que as pessoas que tem poder, só pensam em dinheiro. Porque precisa de energia Nuclear? Já não ficou claro em Chernobyl que esse é o pior tipo de energia que se pode ter? Não é uma coisa que mata, é uma coisa que degrada. Porque não pode haver respeito entre nós seres vivos?
    Espero estar fazendo a minha parte aqui na terra bem, sei que posso melhorar, vou ensinar os meus posteriores que se pode respeitar a todos e ferir o menos que puder. Isso não é ser heroico, é ser sensato e até mesmo egoísta. Não quero viver num planeta difícil de respirar, um planeta violento, um planeta de corpos e pessoas internamente mortas. Quero poder observar a diversidade, as obras que uma coisa maior criou. Eu quero viver bem.
    Aquele piano poderia continuar ocando, aquela lousa poderia ter mais conhecimento e mensagens dos alunos formandos. Ver vidas de pessoas interrompidas dessa maneira é horrível.