Gameplay de Titanfall: Primeiras impressões

Gameplay de Titanfall: Primeiras impressões
jogae-tv-vermelhoAntes de mais nada, confesso que Titanfall nunca foi um jogo que tenha me chamado a atenção. Embora eu seja um órfão de MechAssault, a ideia de misturar soldados com robôs não me convencia.

Mas é sempre bom manter a mente aberta e estar disposto a morder a língua. Comecei hoje a testar o beta do jogo. Embora limitado no número de mapas, a versão de teste já conseguiu me convencer de que soldados e robôs podem funcionar perfeitamente bem na mesma partida. Você pode conferir o gameplay de Titanfall no vídeo logo abaixo.

Ainda não vou me aprofundar nos detalhes porque joguei por cerca de uma hora apenas, tempo escasso e que me permitiu evoluir apenas ao nível oito de experiência. Dessa breve jogatina, entretanto, alguns detalhes podem ser destacados: o primeiro e mais importante está no balanceamento. Ainda que robôs imensos dividam espaços com humanos (e a escala do jogo consegue passar com exatidão quão enormes são as máquinas em comparação aos soldados), a disputa jamais fica desequilibrada. O poder de fogo dos grandalhões são compensados pela falta de agilidade. Os humanos, por outro lado, usam um jetpack que permite correr brevemente pelas paredes, dar saltos duplos e, na soma dessas suas funções, subir em locais impensáveis.

Gameplay de Titanfall: Primeiras impressões

Outro aspecto interessante é a velocidade das partidas. Não me acostumo a FPS rápidos demais, como o frenético Call of Duty. Prefiro partidas mais compassadas, em que você tem mais tempo de revidar ou mesmo se proteger durante um combate. Basta lembrar do multiplayer de Halo para entender. Pois bem, Titanfall está mais para o cadenciamento de Halo do que para o rompante de CoD. Talvez não agrade a alguns, mas me parece o tipo de jogo com apelo mais amplo, porque funciona mesmo que o jogador seja inexperiente no gênero.

Diferentemente do que possa parecer, o controle do soldado e o uso de suas habilidades é bastante intuitivo. Em questão de minutos você entende o funcionamento e passa a explorar o cenário a seu favor. É bem diferente de um FPS tradicional em que a sua movimentação é delimitada por paredes e portas. Quando pega o jeito de usar a corrida na parede aliada ao jetpack, praticamente nenhum ponto da área fica inacessível.

Já com os Titãs a partida muda completamente. Você sente o peso das máquinas. Todos possuem movimento de esquiva, mas ficam restritos ao chão. É fácil de controlá-los, mas leva tempo para dominar cada um deles (no beta há três modelos disponíveis), principalmente porque as armas e os poderes de defesa são bem distintos entre eles. Saber o que e quando usar é determinante pra ser eficaz. No meu caso, por total falta de habilidade, foi um fiasco até aqui.

Pra finalizar essa primeira breve impressão, Titanfall apresenta aquela que já é a minha arma predileta. Chama “Smart Pistol MK5″ e é a arma primária da classe “Assassin”. Motivo pra ela ser incrível: ela trava a mira sozinha em até três inimigos simultâneos. Soa como apelação, mas não é. O tiro só é certeiro se o alvo ficar vermelho. Mais lenta que a maioria do arsenal, mas extremamente certeira se bem usada.

smartpistol

Há quatro modos de jogo no beta, mas por ora só testei um, então falo disso mais pra frente. Aproveitei a breve experiência para capturar uma partida completa do multiplayer. Não há narração, apenas o som do jogo — e a exibição da minha ruindade. Enjoy!

Gameplay de Titanfall

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