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A indústria de games vai penar para superar The Witcher 3: Wild Hunt

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Há tempos não víamos um jogo tão bom quanto The Witcher 3: Wild Hunt. Uma espécie de mescla entre Skyrim e Red Dead Redemption, com alguns toques de Mass Effect (ou Dragon Age).

Só pela abertura dá para ter uma ideia de que você precisa se preparar para entrar em uma história muito bem contada e imersiva, que acompanha o caçador de criaturas lendárias e bruxo Geralt.

Um cara bruto e delicado ao mesmo tempo. Que não tem muito espaço para delongas e sempre cumpre o que promete. Inclusive em relação à mulherada – que não são poucas a cruzar o seu caminho.

Como bruxo, você é um ser que vaga em um vasto e lindo mundo aberto. Algumas pessoas te odeiam, outras admiram. E o seu papel é eliminar criaturas míticas, monstros e bandidos que assolam este maravilhoso mundo medieval.

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Seguindo o estilo de narrativa dos outros games da série, onde o personagem tem diferentes destinos a seguir e opções de diálogo, este novo capítulo introduz também uma jogabilidade refinada e elementos que o tornam um jogo de ritmo agradável.

Ficou muito mais fácil desferir magias e golpes certeiros nos inimigos, o que torna a curva de aprendizado muito menor em relação a The Witcher 2, por exemplo.

Geralt tem inúmeras missões (cada uma delas com seu próprio roteiro) para cumprir durante a aventura, fora as que fazem parte da história principal.

Isso faz com que o jogador tenha possivelmente centenas de horas de gameplay, sendo que escolhemos a ordem e modo como prosseguimos. Além da promessa de conteúdo adicional que a produtora CD Projekt RED lançará pouco a pouco.

Se você quiser salvar vilarejos de bandidos, eliminar fantasmas de um porão, encontrar tesouros perdidos ou investigar enigmas antes de prosseguir com a história, é possível. Até melhor, levando em conta que é assim que o personagem ganha mais itens, pontos de habilidade e sobe de nível.

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Esses são só alguns dos exemplos, pois há diferentes tipos de missões, de exploração, batalhas, quebra-cabeças ou apenas diálogos para serem aproveitados.

Muitas delas são inspiradas em mitologia nórdica e estrelam criaturas mitológicas como o Grifo, Lobisomens, Fantasmas, Golens, Trolls e outros monstros enormes.

Tudo isso acompanhado de uma trilha sonora fenomenal e que serve como a cereja do bolo para uma excelente experiência. Músicas épicas ecoam enquanto Geralt desfere golpes e carrega magias, assim como quando se envolve em perseguições ou em momentos chave da história principal.

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O jogo estar totalmente em português também é um ponto positivo. Fica muito mais fácil compreender os acontecimentos, as ramificações da história e a personalidade de cada personagem – que não são poucos, principalmente levando em conta os secundários.

A dublagem e legendas estão muito bem-feitas, os textos são bons e há até termos agressivos como “Arranquem as bolas dele” durante as batalhas.

É uma narrativa épica que finalmente mostra o potencial da nova geração de consoles – o que não tinha acontecido exatamente até agora.

The Witcher 3: Wild Hunt enfeitiça qualquer um que se dispõe a conhecer a história de Geralt.

Nota: 5estrelas

The Witcher 3: Wild Hunt

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  • Desenvolvedora: CD Projekt RED
  • Editora: WB Games
  • Plataformas: PC/PS4/XONE
  • Gênero: RPG
  • Data de Lançamento: 19/05/2015
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Flávio Croffi

Jornalista, co-fundador do Geekness. Foi editor do GamesBrasil, TechGuru e BABOO e repórter das revistas MOVIE, EGW e Nintendo World. Curta o Geekness no Facebook!