Ciência

Nanorobôs para matar o câncer já estão em desenvolvimento

Pesquisadores ainda vão aprimorar propriedades biológicas para usar micromáquinas como medicamentos internos

Cientistas criaram um exército de nanorobôs para matar o câncer, que são controlados remotamente e são biodegradáveis.

Este é um esforço conjunto de pesquisadores da Universidade de Hong Kong, na China, e a Universidade de Manchester, e permitirá que os médicos não só diagnosticarem doenças do gênero, como também injetar medicamentos de dentro do corpo humano.

Como funcionam os nanorobôs para matar o câncer

Nanorobôs para matar o câncer já estão em desenvolvimento

Essas minúsculas máquinas são feitas de algas de espirulina – um suplemento dietético vendido na maioria das lojas de alimentos saudáveis. Popular entre os astecas nos séculos 14 a 16, as algas foram redescobertas na década de 1960.

“Em vez de fabricar um microrobô funcional a partir do zero usando técnicas e processos de laboratório intrincados, propusemos engenharia direta de materiais inteligentes na natureza”, disse Li Zhang, professor associado da Universidade chinesa, em um comunicado.

Usando elementos naturais e características como degradabilidade, fluorescência, formas e atividades biológicas, os cientistas conseguem acompanhar o movimento dessas máquinas dentro do corpo.

“A criação de sistemas robóticos que podem ser impulsionados e guiados no corpo foi e ainda é um santo graal no campo da engenharia de sistemas de entrega”, disse o professor de Manchester, Kostas Kostarelos.

Ainda não foi descrito como a tecnologia será usada especificamente, mas os cientistas trabalham em melhorar a biocompatibilidade, biodegradação e rastreamento de células para que eles trabalhem. A ideia é que os nanorobôs cheguem até as células cancerígenas e liberem medicamentos diretamente nelas.

“O potencial desses bots para a navegação controlada em cavidades difíceis de alcançar do corpo humano os torna promissores como ferramentas robotizadas miniaturizadas para diagnosticar e tratar doenças que são invasivas”, disse Kostarelos.

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Jornalista, co-fundador do Geekness. Foi editor do GamesBrasil, TechGuru e BABOO e repórter das revistas MOVIE, EGW e Nintendo World. Curta o Geekness no Facebook!
  • Maravilha! Que a ciência tenha sucesso com estas e outras tecnologias para salvar mais e mais vidas.