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The Walking Dead: Season Two – Crítica

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The Walking Dead: Season Two - Crítica

A TellTale Games conquistou muita gente com sua série de games inspirada na série The Walking Dead. O game, lançado em forma de capítulos em 2012, foi premiado e logo ganhou uma sequência (a temporada 2), para dar mais escolhas difíceis e fazer os jogadores passarem maus bocados.

Desta vez, sem a companhia de Lee (o protagonista do primeiro título) acompanhamos a história de Clementine, uma garotinha frágil que se tornou forte depois de passar por situações horrendas – seja encarando a morte de frente ou vendo [quase] todos os seus amigos padecerem.

A ideia continua a mesma: em forma de aponte e clique, exploramos os cenários, opções de diálogo e de ações no game – que influem diretamente na história e no comportamento dos personagens.

The Walking Dead: Season Two - Crítica

The Walking Dead: Season Two é um jogo tenso e triste. Ao iniciar a avenura, prepare-se para passar por momentos de adrenalina e pesar, pois ninguém se dá bem. É um emaranhado de desastres ligados um no outro que nos fazem ter nada menos do que pena daquelas pessoas envolvidas em tamanha desgraça.

É um título que não tem foco na ação ou no apocalipse zumbi em si, mas nas pessoas e como elas se comportam em situações extremas. O que você faria se tivesse que decidir salvar um amigo ou um bebê? Você confiaria em qualquer pessoa? Será que é possível encontrar paz e comida? Essas são algumas das questões que nos assolam do começo ao fim da aventura.

Não espere um jogo cheio de ação, mas sim com muitas reviravoltas e um roteiro primorosamente trabalhado. A ideia aqui é mais assistir e ter pequenas participações do que jogar. E neste quesito, a TellTale é mestre. Felizmente mantiveram o nível do game anterior na sequência, reservando momentos de conflito, crises, indecisões e desespero a todo momento.

The Walking Dead: Season Two - Crítica

Há alguns trechos, diálogos, personagens e até sequências que tiram um pouco o brilho da profundidade e que destoam um pouco do fator realístico que a trama apresenta, mas em geral trata-se de uma narrativa que faz o jogador realmente se importar com os personagens, em especial os mais próximos de Clementine, que você cultiva ao longo do game baseando-se em decisões difíceis.

Jogar The Walking Dead: Season Two causa uma explosão de emoções. Desde a empatia, até o ódio e a melancolia. É um game que nos faz pensar sobre a condição humana. Em situações extremas ou não, sempre há um espaço para cultivar amizades ou confiar em alguém… algo que chamamos de esperança.

Nota: 4/5

4estrelas

The Walking Dead: Season Two - CríticaThe Walking Dead: Season Two

  • Desenvolvedora: TellTale Games
  • Editora: TellTale Games
  • Plataformas: PC/PS3/X360/Vita/iPad/iPhone
  • Gênero: Aventura
  • Data de Lançamento: 26/08/2014

 

 

 

 

 

 

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Flávio Croffi

Jornalista, co-fundador do Geekness. Foi editor do GamesBrasil, TechGuru e BABOO e repórter das revistas MOVIE, EGW e Nintendo World. Curta o Geekness no Facebook!